Inter e os Ídolos Argentinos
Finalmente o Inter estreou na fase quente da Taça Libertadores, contra o Juan Aurich e não foi fácil, pois sem o melhor condicionamento físico, jogando contra uma retranca muito forte, o Colorado teve muitas dificuldades para vencer o jogo.
Em contrapartida a defesa e o meio campo foram muito competentes e a rigor o Muriel praticamente não teve trabalho algum.
Se nota perfeitamente a falta de ritmo da equipe e que o Damião e o Dagoberto ainda se ressentem das lesões e da parada a que foram submetidos no final do ano, embora aos poucos estejam voltando a mostrar todo seu potencial e categoria, aquela cavadinha que o Damião deu sobre o goleiro, se entrasse, seria vinheta em todos os programas esportivos do mundo.
O D’Ale, alma e cérebro do time, caçado por todo campo, com a complacência do Juiz, não pode mostrar toda a exuberância do seu futebol, mas sempre que tinha um espaço levava o pavor à defesa adversária e foi peça fundamental para a expulsão do jogador adversário, pois tanto bateram nele que a defesa adversária ficou pendurada.
O Oscar arrebentou, foi o dono do jogo, comprovando mais uma vez, toda a expectativa da torcida, que sempre o pediu no time, mesmo contra a opinião dos entendidos de plantão que o deixaram tantas vezes no banco, alegando que ele não tinha corpo para ser titular do Inter.
Tudo parece conspirar a favor do Inter, uma direção coerente, um gerente de futebol competente, um treinador equilibrado, um grupo coeso e dedicado, acrescente-se a tudo isto o novo xodó da torcida Colorada, Jesus Dátolo, mais um Hermano que chegou para fazer história e que com sua estrela e competência vem encantando a torcida, estufou as redes novamente e em apenas dois jogos já está pedindo passagem entre o grupo titular e está formada uma equipe que reconhecidamente é uma das sérias candidatas ao título da América em 2012.
Aproveitando, não posso deixar registrar algumas constatações que fiz nas minhas férias no mês de janeiro, quando fiz um tour de 18 dias pela Argentina, Uruguai e Chile.
Como faço todos os anos quando viajo, levei a camiseta e a Bandeira do Inter e em todos os lugares onde passo tenho o costume de tirar fotos com a camiseta e a Bandeira, então procuro os pontos turísticos de maior movimento de cada localidade e lá faço um registro histórico.
Chamou-me muito a atenção o fato de como o Inter é reconhecido e como tem admiradores e simpatizantes nestes Países, em especial na Argentina, a todo o momento eu era parado e o pessoal brincando perguntava pelo Cabeçon, pelo Cholo, pelo Bolatti e pelo Cavenaghi.
Em conversas, salientavam a admiração, o carinho e o respeito que estes atletas demonstram pelo Clube e pela torcida e comentavam que chama a atenção o modo como nossos os atletas se ambientam e como são queridos pela Nação Colorada.
Notei ainda que esta gama de jogadores Argentinos e o sucesso que eles tem conseguido no Beira Rio, tem chamado muita a atenção para o Inter e o Jornal Olé, um dos principais diários esportivos do país, tem destacado com muita freqüência o Clube e os jogadores.
No hotel, mostraram-me um artigo assinado pelo colunista esportivo Mariano Dayan, onde ele compara o Beira-Rio ao estádio da Bombonera, mística casa do Boca, onde é destacada a dificuldade de jogar no Beira Rio, onde os cantos se potencializam e a pressão torna-se insustentável.
O Olé também faz muitos elogios e registros a outro craque colorado, destacando muito a atuação da torcida, definindo-a como fiel, fanática e barulhenta, ressalta que é uma torcida fiel, que participa sempre, canta e faz pressão, sendo considerada o décimo segundo jogador em campo.
Por: Carlos Minossi – Blog Rádio Colorado
Em contrapartida a defesa e o meio campo foram muito competentes e a rigor o Muriel praticamente não teve trabalho algum.
Se nota perfeitamente a falta de ritmo da equipe e que o Damião e o Dagoberto ainda se ressentem das lesões e da parada a que foram submetidos no final do ano, embora aos poucos estejam voltando a mostrar todo seu potencial e categoria, aquela cavadinha que o Damião deu sobre o goleiro, se entrasse, seria vinheta em todos os programas esportivos do mundo.
O D’Ale, alma e cérebro do time, caçado por todo campo, com a complacência do Juiz, não pode mostrar toda a exuberância do seu futebol, mas sempre que tinha um espaço levava o pavor à defesa adversária e foi peça fundamental para a expulsão do jogador adversário, pois tanto bateram nele que a defesa adversária ficou pendurada.
O Oscar arrebentou, foi o dono do jogo, comprovando mais uma vez, toda a expectativa da torcida, que sempre o pediu no time, mesmo contra a opinião dos entendidos de plantão que o deixaram tantas vezes no banco, alegando que ele não tinha corpo para ser titular do Inter.
Tudo parece conspirar a favor do Inter, uma direção coerente, um gerente de futebol competente, um treinador equilibrado, um grupo coeso e dedicado, acrescente-se a tudo isto o novo xodó da torcida Colorada, Jesus Dátolo, mais um Hermano que chegou para fazer história e que com sua estrela e competência vem encantando a torcida, estufou as redes novamente e em apenas dois jogos já está pedindo passagem entre o grupo titular e está formada uma equipe que reconhecidamente é uma das sérias candidatas ao título da América em 2012.
| Estadio do Boca Junior da Argentina |
Como faço todos os anos quando viajo, levei a camiseta e a Bandeira do Inter e em todos os lugares onde passo tenho o costume de tirar fotos com a camiseta e a Bandeira, então procuro os pontos turísticos de maior movimento de cada localidade e lá faço um registro histórico.
Chamou-me muito a atenção o fato de como o Inter é reconhecido e como tem admiradores e simpatizantes nestes Países, em especial na Argentina, a todo o momento eu era parado e o pessoal brincando perguntava pelo Cabeçon, pelo Cholo, pelo Bolatti e pelo Cavenaghi.
| Punta Uruguai |
| Puerto Guarani |
No hotel, mostraram-me um artigo assinado pelo colunista esportivo Mariano Dayan, onde ele compara o Beira-Rio ao estádio da Bombonera, mística casa do Boca, onde é destacada a dificuldade de jogar no Beira Rio, onde os cantos se potencializam e a pressão torna-se insustentável.
| Terra Del Fuego |
Por: Carlos Minossi – Blog Rádio Colorado
Inter e os Ídolos Argentinos
Reviewed by Redação
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07:20
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O Inter tem tido muita sorte com jogadores estrangeiros, Figueiroa, Rubem Paz, o próprio Sorondo, antes de vender a alma por dinheiro e decepcionar toda nação Colorada. Agora concordo, realmente a alma do time está toda amparada nestes craques fantásticos que curtem o time e amam o Clube, por isso sempre digo nossos Castelhanos são melhores que os outros... hahahahahah
ResponderExcluirHoje saiu uma grande reportagem sobre rotulando o Inter como o time mais Argentino do Brasil.
ResponderExcluirGarra, raça e muita dedicação são marcas deste time.
Minossi, que bom voltaste a escrever, estava sentindo falta dos teus textos.
ResponderExcluirVamos a Santos, te ligo quarta feira.
T.´. F.´. A.´.